terça-feira, 30 de junho de 2009

A festa junina da escola

Gostei muito da festa junina da escola,gostei muito de uma pessoa,que começa com a letra T,no final da festa percebi que o lixo no chão era imenso,eu achei falta de respeito com as funcionarias que limpam a escola,eu naum gostei da sujeira.
Logo nós que estamos quase se formando não termos a responsabilidade de jogar o lixo no lixo,varias pessoas estavam se tocando pião,e também comiam e jogavam as coisas no chão,na verdade a gente toda a escola deveria ser capaz de cuidar de aonde nós estudamos.
Ter a consciência que somos responsaveis pelo que fazemos e não deixar tudo para as funcionarias isso é uma falta de respeito!com nós mesmos e com quem estuda na escola!

terça-feira, 16 de junho de 2009

O Grande Deserto
Ele é em Porto Alegre, no guaiba. Tudo isso foi feito em Porto Alegre no nosso rio Guaiba. Ele tem tudo a Muito legal o texto fala bem da poluição, porque o pai eo filho tinham que usar mascaras de oxigênio para se protegerem e dá pra perceber que essa cidade é aqui em Porto Alegre ver com o nosso planeta por que ele falam do nosso planeta atmosferico
O Grande Deserto
Ele é em Porto Alegre, no guaiba. Tudo isso foi feito em Porto Alegre no nosso rio Guaiba. Ele tem tudo a Muito legal o texto fala bem da poluição, porque o pai eo filho tinham que usar mascaras de oxigênio para se protegerem e dá pra perceber que essa cidade é aqui em Porto Alegre ver com o nosso planeta por que ele falam do nosso planeta atmosferico

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

A REVOLTA DOS MALÊS

Por serem inúmeros reduzidos oa malês se uniram à escravidão e forros que não eram mulçumanos principalmente das etnias taruba, hauca, Jeje e Tapi a revolta começou no dia 24 de janeiro de 1835 o mês de jejum para os mulçumanos essa rebelião foi a mais importante ocorrida no brasil, salvador em 1835 "malês" significa escravos e "forros" ; mulçumanos....
Seguidores do eslamismo eles acreditavam que alá estava controlando aquela rebelião e daí eles
entraram de surpresa no palácio do governo e alguns quartéis.

A VISÃO DOS SENHORES

Apesar de terem introduzido a escravidão no movimento Americano, os europeus ficaram muito felizes com o crescimento de negros escravos na vida continua das colônias, os viajantes faziam desenhos mostrando a realidade dos negros nos países e no século (XIX), os negros passaram a ser fotografados alguns para recordação, outros, para encomenda dos senhores para vender na europa por seu exotismo.

FORMAS DE RESISTÊNCIA

Os africanos e os indígenas sempre resisitiram à escravidão enquanto ela existiu.
Para escapar fizeram rebeliões contra os portugueses e muitas vezes fugiam dos seus cativeiros.
Os escravos fugiam para bem longe da colonização Européia estabelecendo sociedades que na América portuguesa ficaram conhecidas como "quilômbo".
Além das fugas e dos quilômbos depois de dois anos vivendo num mocambo, eles propuzeram um acordo com o seu antigo senhor exigindo certas condições para voltar a trabalhar com ele.

FAMÍLIAS NA SENZALA

Outro mito era que os africanos não tinham família, outra estratégia para evitar rebeliões. Mas as famílias serviam para trazer paz entre escravos e senhores, muitos escravos viviam em casas baixas sem janelas e no interior da casa havia um fogo sempre aceso.

CURIOSIDADES:

De acordo com o historiador Robert Slenes, esse mesmo padrão de moradia podia ser encontrado na África central de onde veio o maior número de escravos para o Brasil.
O fogo sempre aceso representa a ligação dos lares dos antepassados, indicando que mesmo vivendo no Brasil a família cultuava sua origem africana.